20/09/2009

What doesn't kill you

makes you...

  • bitter or sweeter?

  • better or worser?

  • stronger or weaker?

  • fatter or thinner?

  • smarter or dummer?

  • sadder or happier?

  • bigger or smaller?

  • prettier or uglier?

  • sicker or healthier?

  • social or lonely?...

every choice has a consequence...

09/09/2009

H1N1 a pedido de várias famílias

Um amigo meu mandou-me um mail com esta notícia preocupado a pedir a minha opinião.

http://www.dailymail.co.uk/news/article-1206807/Swine-flu-jab-link-killer-nerve-disease-Leaked-letter-reveals-concern-neurologists-25-deaths-America.html

A minha resposta não tem base científica, é apenas a opinião informal de uma profissional de saúde pouco convencional e vale o que vale, mas aqui vai para quem interessar.

Não sei dizer ao certo quando são verdadeiras ou falsas estas notícias. No entanto, para mim faz muito sentido. Afinal de contas estamos a inocular no nosso organismo substâncias que nos são estranhas e cujos efeitos ainda não foram comprovados.
Penso que esta notícia em especial se refere a uma vacina já criada há alguns anos (the 1976 US swine flu campaign) será digamos assim a mãe do actual "tamiflu" e da nova vacina para a gripe A.
É muito provável que venham a surgir vários efeitos colaterais, mas que só serão percebidos ao longo dos anos, e os problemas neurológicos figurarão no topo da lista, sem dúvida.
Aqui vai um conselho de uma amiga e de simultaneamente uma profissional de saúde:
-Não tomem essas vacinas e não tomem o "tamiflu"!
(As farmacêuticas vão cair-me em cima...)
Eu sempre disse que não a tomaria, nem que me obrigassem (e eu trabalho com os casos mais graves de infecção com o H1N1).
Isto tudo me parece um grande alarido com mais uma estirpe de vírus da gripe que as farmacêuticas aproveitaram com unhas e dentes para ganhar muitos milhões. À custa do pânico da população enchem eles os bolsos.
Recordo-me da polémica das meningites nas crianças quando quiseram vender milhões de vacinas e ainda conseguiram que fossem introduzidas no plano de vacinação, tudo um grande embuste! Eu sei, eu estava a trabalhar em pediatria durante essa altura e posso garantir que os casos de meningite não foram assim tantos...

Há que controlar o pânico.
Esta gripe é mais contagiosa, é verdade, há que tomar medidas de protecção individual: lavar as mãos regularmente, evitar as mãos em superfícies críticas (maçanetas de portas, p.e.), evitar partilhar alimentos e bebidas (nada de "dá-me uma trinca" a não ser no sentido mais erótico da coisa), não escarrar para o chão, não tossir ou espirrar para cima de ninguém... enfim, coisas que os nossos pais certamente nos ensinaram.

Cuidem da vossa saúde com desporto de preferência ao ar livre e uma alimentação cuidada, rica em vegetais e vitamina C e nada de pânicos e stresses injustificados.

Ah! E sejam felizes, amem muito, porque isso reforça as defesas!
:)

07/09/2009

Homens e Mulheres


(Em resposta a um colega que nos atacou com pérolas destas: "vocês vestem-se e arranjam-se para caçar homem", "quando saem à noite é para o engate", "os homens não se casam com mulheres assim, só as querem f****", "é assim que os homens vos veêm, queres, queres, se não queres ficas uma solteirona amarga por não teres homem"...)

Agora que já me explicaste tudo o que tenho de saber sobre os homens, deixa-me agora dizer-te umas verdades sobre as mulheres, não é sobre as mulheres como as nossas mães e avós que nunca puderam ser elas próprias e se anularam em prol de casamentos de aparência, mas sim sobre as mulheres de hoje.

As mulheres gostam mesmo de se sentir bonitas e sexys.

Quando compramos roupa nova pensamos mais facilmente "aquela colega vai enverdecer de inveja deste meu top novo" do que propriamente "agora é que vou engatar um gajo".
Quando saímos juntas vamos maquilhadas, bem vestidas, às vezes até provocantes e chamativas, chegamos a competir entre nós.
O momento alto da noite não é ver os gajos rebarbados a babar, mas sim a gaja na fila da casa de banho dizer-nos que adorou as nossas sandálias e pergunta onde as comprámos (saímos de lá com um sorrisão).

As mulheres cantam e dançam sozinhas em frente ao espelho só porque sim!, só para se sentirem sexys, sem ninguém a ver, ninguém, nenhum macho, só elas próprias.
As mulheres tomam banhos de espuma, sais bem-cheirosos e óleos perfumados, mesmo quando não têm nenhum encontro previsto nos próximos meses, fazem-no por elas.

As mulheres não se tornam amargas por não terem homem, simplesmente algumas deixam-se amarguecer pelos comentários machistas e pelas pressões sociais.

Quando vemos um casalinho abraçado na praia quando nós estamos sozinhas, é claro que pensamos que gostávamos de estar acompanhadas também... mas habitualmente o que mais fazemos é comparar quem tem mais celulite no rabo, é aí que mais focamos a nossa atenção.
Quando estamos solteiras temos momentos de solidão em que nos sentimos as mulheres mais infelizes do mundo e desejamos secretamente arranjar uma companhia nem que seja por um dia ou uma noite, nesses momentos raramente pensamos em marido...
Quando estamos casadas ou juntas temos momentos de desespero em que nos sentimos as mulheres mais infelizes do mundo, invejamos secretamente a vida das solteiras, queríamos sair como elas, divertirmo-nos como elas, viajar como elas, passa-nos muitas vezes pela cabeça "e se eu não tivesse casado?", pensamos muitas vezes "e se eu fugisse?"

Queremos muito mais ter filhos que ter marido.
Quando temos filhos, os homens passam para baixo na nossa escala de prioridades, às vezes chegamos a esquecê-los.

Somos vaidosas.
O centro das nossas preocupações e do nosso mundo não são vocês... somos nós.